Stella Jacopeti, Advogado

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Stella Jacopeti, Advogado
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Comentário · mês passado
O engraçado é que não se vê tamanha veemência para se defender os direitos de criminosos pobres e que cometem pequenos furtos, estes que erram em pequeno grau apodrecem numa delegacia sem que ninguém os enxerguem, no entanto, para os genocidas de colarinho branco os direitos fundamentais viraram um discurso daqueles que os defendem. Provas ilícitas são usadas como fundamento para processos descabidos e ridículos para favorecer o LADRÃO MOR. Um estrangeiro faz farra em nosso país com denúncias compradas, e muito provavelmente manipuladas, e é tratado como Deus por alguns que buscam trazer ao palco a farra da corrupção. Porque e estrangeiro não se interessou em denunciar a corrupção generalizada dos partidos que se enriqueceram no poder em 13 anos? Querem ganhar a liberdade do Ladrão Mor em cima de teatro. Quantos pobres que furtaram comida que estão presos já foram defendidos pelos criminalistas que estão aí lutando pelos direitos fundamentais dos corruptos? Esse país está vivendo uma crise de valores sem precedentes, ao ponto de se dizer que ser criminoso é normal, que roubar dinheiro da saúde pública e deixar milhares de pessoas morrer sem atendimento é normal. Não, não é normal! É anormal, é imoral, é indecente! Se fosse normal não haveria o art. 37 na Constituição, respeitar somente os artigos constitucionais que interessa é subestimar a inteligência de quem lê este artigo, é querer convencer o leigo que o corrupto é um ser como nós, honestos, mas não são, são seres desprezíveis que não se importam com quem precisa dos serviços públicos, são genocidas. Dizer ainda que o texto não tem cunho político é outra falácia. Ficou muito claro que o autor está atacando Sergio Moro e toda a força tarefa da lava jato. Na verdade o discurso deveria ser outro: Os corruptos acabam com os direitos fundamentais da população em geral e em especial, com os direitos da população carente, que muitas vezes pagam com a vida, ou será que pobres não têm direitos fundamentais? Texto totalmente tendencioso, para não dizer vergonhoso.
Stella Jacopeti, Advogado
Stella Jacopeti
Comentário · há 10 meses
O texto é muito bom, contudo não reflete a realidade vivida nas escolas públicas. Advogo para alguns diretores de escolas públicas que passam por situações muito difíceis em nome da liberdade de cátedra e com a alegação de que tudo configura censura. Alguns professores não tem limites em sala de aula agindo de forma autoritária, exacerbando-se em alguns assuntos (nos quais acreditam) e sonegando outros. Há professores que apesar de lecionar filosofia, por exemplo, só falam de sexo com seus alunos de ensino médio, e ao serem questionados encontram uma forma, mas sem fundamento, para correlacionar o tema com sua matéria. Outros só contam um lado da história, distorcem o conteúdo e agem como bicho se alguém lhes questiona. O pior que tal comportamento não é raro, nem exceção, está se tornando uma regra. É notória a mudança de muitos jovens depois que entram nas faculdades públicas. Se compararmos os alunos de escolas particulares com alunos de escolas públicas é gritante a diferença, mesmo o programa básico de ensino sendo o mesmo. É que nas escolas particulares é ensinado o pensamento crítico, aquele em que se mostra os dois lados da história para que os alunos possam concluir sobre determinado assunto, com a ajuda do professor. Na escola pública se está ensinando que um lado da história é a melhor, e que o outro lado não presta, não deixando conclusão alguma para o aluno.O aluno por sua vez, que está numa idade complicada, compra aquilo como verdade e sai destilando ódio contra quem diverge daquilo que aprendeu. Nada contra os professores de esquerda, mas deviam ser menos fanáticos e mais comprometidos com sua profissão, que não é impor um conhecimento, mas expor todas as possibilidades para que o aluno conclua. Vimos que o fanatismo de alguns professores, misturado com a falta de ética, falta de didática, falta de respeito com a idade de seus alunos, são autoritários não aceitando opiniões divergentes. Neste país a teoria é muito linda, mas a prática é completamente outra. Tenho amigos que tiraram seus filhos de Federais por terem identificado mudanças muito repentinas em seus comportamentos depois de iniciar na faculdade. Aquilo que era um sonho, ver um filho numa Federal, está virando pesadelo. Seu texto seria ótimo se não fosse a falta de comprometimento com o conhecimento de alguns professores.

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